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They are not you.

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Não ser ninguém, exceto você mesmo.

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Fingindo ser o que eu já sou.

"Tudo que parece meio bobo é sempre muito bonito, porque não tem complicação. Coisa simples é lindo. E existe muito pouco..."

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Entre tantos desencontros, um dia ela encontrou. E ficou feliz. E ficou triste. E ficou tudo. E ficou tanto que o encontro se passou tão rápido e ela nem pôde sentir tudo que queria. E o que era afinal? Nem ela o sabia, mas esperava mais. Ela sempre queria mais. E esperou. E esperança!
De novo, entre tantos desencontros, um dia ela encontrou. E ficou... não ficou. E encontrou? Encontrou. Quando?Quandodesistiu. E assim a encontraram. E ficou tudo. E sentiu tudo. Pra sempre.

Entre tantos desencontros, um dia ela encontrou...

Postado por Valéria A. às 07:54 6 comentários    

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Não sabia por quê, nem como e nem o quê a mantinha ali. Só sabia que precisava continuar, como se uma coisa muito feia pudesse acontecer caso saísse, o que era uma coisa inventada de sua própria cabeça, pois nada nem ninguém a obrigava a ficar. Alguns até a aconselharam a sair e tentar a sorte, mas quem disse que ela ouvia? Só ouvia sua imaginação e essa gritava tanto que ouvia distorcidamente o que os outros diziam. Então ela ficava ali, imaginando como seria sair e viver, mas com medo desse tal viver ser a coisa muito feia.

Postado por Valéria A. às 15:44 4 comentários    

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Ela sonhava muito. Talvez esse era seu maior defeito. Ela conhecia alguém e no instante seguinte já imaginava uma vida com ela. Criava até possíveis diálogos imaginando quais assuntos iriam agradar. Imaginava todos os encontros e desencontros que pra ela, a vida iria reservar. Via filmes e percebia nos personagens características tão parecidas que até ria, de tão boba que era. Presenciava situações legais e já pensava em como seria se a pessoa estivesse ali também. Ouvia música e cantava e dançava, como se a estivesse olhando ou se passaria a olhar. Ela era uma boba sim. Ela acreditava no futuro que teria com as pessoas sim, apesar de quase sempre estar errada, mas era tão reconfortante imaginar, que continuava imaginando e sonhando e amando as pessoas às escondidas. Um dia iria encontrar alguém que imaginava como ela, e todos os sonhos e imaginações iriam sair de dentro dela e existiriam para ela. Por isso também era uma boba, acreditava tanto no que imaginava, que às vezes se perdia e não sabia se tinha vivido ou imaginado. Era cansativo demais tentar separar. Então ela ria e voltava a imaginar, viver. Era uma boba, essa menina!

Postado por Valéria A. às 10:33 7 comentários    

Quem o Marcelo Camelo pensa que é?

terça-feira, 9 de junho de 2009


Pra pegar meus sentimentos e trancrevê-los em forma de música
?E o Rodrigo Amarante?Com aquela constante cara de ressaca mas que escreve letras tão mágicas que as vezes me recuso a acreditar que ele é como nós, meros mortais.
É impressionante como a cada dia eu descubro uma música deles que irá me fazer ver as coisas de outro modo. Aliás, não é nem uma descoberta, é mais uma reinterpretação. Como diz o Anitelli, ouvir com outros olhos. E é mais impressionante ainda como algumas pessoas não conseguem sentir. Mas sentir o quê? É o que a maioria pergunta. Bom, é inexplicável, só quem sente, sabe. É que não consigo explicar o porquê do meu arrepio, da minha emoção, das lágrimas toda vez que escuto aquela música em especial ou quando assisto a um show, ou até mesmo pelo youtube, santa internet, toda vez que escuto uma música que se encaixa perfeitamente com o que estou sentindo no momento...pode parecer exagero, mas quando falo que Los Hermanos é a banda da minha vida, só estou tentando demonstrar um pouco da gratidão que tenho por eles terem "musicado" meus sentimentos, meus momentos. E eu odeio sim quando falam mal deles, já discuti muito por isso, mas hoje deixo passar. Quem tá perdendo é quem não consegue sentir. Eu consigo!

Postado por Valéria A. às 16:18 4 comentários    

sexta-feira, 29 de maio de 2009

"Mas de tudo isso, me ficaram coisas tão boas. Uma lembrança boa de você, uma vontade de cuidar melhor de mim, de ser melhor para mim e para os outros. De não morrer, de não sufocar, de continuar sentindo encantamento por alguma outra pessoa que o futuro trará, porque sempre traz, e então não repetir nenhum comportamento. Ser novo."

(Caio Fernando Abreu)

Postado por Valéria A. às 16:06 1 comentários    

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Cansei. Estou cansada de tudo. Cansada de mim, da minha burrice, da minha rotina. Cansada dos meus atos, de ser quem sou, de não tentar mudar. Muito cansada! Cansada de não ter alguém me segurando, de ter que parecer ser tão forte. Logo eu, de uma fragildade imensa. Cansada de estar longe, de não estar. Da saudade, dói tanto. Cansada de dormir e dormir e não conseguir descansar. Cansada das expectativas, é, são grandes demais. Da fé exagerada. Do sol brilhando sem eu nem poder desfrustar disso. Das pessoas fingindo. Fingindo sempre. Cansada da vergonha, das coisas não ditas, dos abraços não dados. Cansada de ter sonhos impossíveis. De precisar de pouco e ter um muito que não vale a pena. De querer que gostem de mim. Cansada dos hipócritas. Eu quero é gritar e dizer que não preciso deles. Cansada de não ter coragem. De machucar quem não merece. De me fechar e me privar de amar. E eu quero tanto amar!
Cansada! E eu só queria alguém me ajudando a descansar.

Postado por Valéria A. às 17:59 5 comentários    

quarta-feira, 13 de maio de 2009

E aquele sorriso que eu tanto quis ver, me fez querer ser a pessoa mais engraçada do mundo, só pra ele não acabar.
E aquele olhar que eu quis tanto sentir, me fez querer ser a única pessoa daquele lugar, só para você não desviá-lo de mim.
E aquele abraço que há tempos eu esperava, me fez querer congelar o tempo, só para aquele momento ser eterno.
E aquela voz, cantando, sentindo, eu fingi o tempo inteiro que era pra mim, gravei na memória, só pra saudade não machucar tanto.
E o cheiro, ah o cheiro! deu vontade de guardar em um frasquinho, mas um que eternizaria ele, para quando a vida estiver cinza, eu sentir e toda ela ficar colorida, iluminada.
E são tantos aqueles, e são tantos segundos guardados, que é melhor eu nem tentar mais descrevê-los, acho que perderiam a essência, o sentimento.

Feliz! Porque melhor que escrever sobre momentos bons, são vivê-los.

Postado por Valéria A. às 15:19 4 comentários    

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