skip to main | skip to sidebar

leitores :)

They are not you.

They are not you.
Não ser ninguém, exceto você mesmo.

Arquivo do blog

  • ▼ 2013 (2)
    • ▼ junho (1)
      • Só queria dizer que apesar, apesar de tudo, a vida...
    • ► fevereiro (1)
  • ► 2012 (6)
    • ► novembro (1)
    • ► outubro (1)
    • ► setembro (1)
    • ► junho (2)
    • ► abril (1)
  • ► 2011 (10)
    • ► novembro (1)
    • ► maio (1)
    • ► abril (1)
    • ► março (7)
  • ► 2010 (8)
    • ► outubro (2)
    • ► maio (2)
    • ► abril (1)
    • ► março (2)
    • ► janeiro (1)
  • ► 2009 (16)
    • ► dezembro (1)
    • ► outubro (2)
    • ► setembro (1)
    • ► agosto (1)
    • ► julho (2)
    • ► junho (1)
    • ► maio (5)
    • ► abril (2)
    • ► janeiro (1)
  • ► 2008 (1)
    • ► novembro (1)

Fingindo ser o que eu já sou.

"Tudo que parece meio bobo é sempre muito bonito, porque não tem complicação. Coisa simples é lindo. E existe muito pouco..."

Pensamentos soltos I

segunda-feira, 21 de março de 2011

Às vezes é como se sua voz se separasse das palavras pronunciadas e ganhasse forma. Essa forma é que me abraça quando posso apenas ouvi-lo.

Postado por Valéria A. às 19:15 1 comentários    

Marcadores: pensamentos soltos

Ela cansou de sonhar tanto e resolveu correr atrás. Algumas coisas conseguiu, com muito tapa na cara e empurrões, mas conseguiu. O segredo foi a persistência e a coragem de aguentar calada. É, coragem. Aguentar calada talvez seja a maior delas. O que não conseguiu foi deixando pra trás e novos sonhos possíveis de serem alcançados colocou no lugar. Muito forte, essa menina. Muito fraca também, ela sabe bem disso. Seu coração vive dando sinais de burrice e extremo amor. Ou dava, nem ela sabe mais o que ele quer dizer. Aliás, anda até bem zangado, já que ela cresceu e não o escuta apenas, a razão está tomando conta dela, assim devagarinho, como quem dissesse que escutar o coração é bobagem. Que o amor é bobagem. Essa gente tem cada idéia... Quem diria, logo ela. Os outros dizem que ela endureceu. Mas na verdade, lá no fundo onde ela até tem vergonha de mostrar, continua uma boba, essa menina.

Postado por Valéria A. às 18:51 1 comentários    

quinta-feira, 17 de março de 2011

Então é isso. Me desculpe se ainda dou voltas em torno de mim mesma, mas é que até hoje não sei onde me encontrar direito. É difícil achar o que nem se sabe o que é. Até hoje não descobri o que realmente se tem que fazer com isso que me deram, a vida. Alguns dizem que ela serve para fazer o que se quer, outros dizem que é apenas pra seguir o que já está imposto antes mesmo de existirmos. Será uma mistura dos dois? Não sei, até hoje tento descobrir. Não sigo uma linha reta há tempos, mas as tortas vivem me guiando. Linhas retas são desprovidas de emoção, as tortas ao menos nos surpreende. Qual a graça de uma linha reta se o melhor da vida é o percurso?

Muita vida e linhas tortas, por favor.

Postado por Valéria A. às 19:05 3 comentários    

parênteses

sábado, 30 de outubro de 2010

.


( o problema é quesou romântica demais para admitir que não penso em mais ninguém ao deitar a cabeça no travesseiro antes de dormir. esse não-pensar também dói.)

Postado por Valéria A. às 08:15 1 comentários    

Marcadores: parênteses

pensamentos soltos.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Porque amar modifica uma vida. Deveria, como diz Caio. Eu amo e modificio uma vida, para melhor. Amar não significa sofrer e hoje isso virou sinônino. Amor, calma, desespero, saudade. Esses, de alguma forma, viraram sinônimos pra mim. Amor que acalma, amor que desespera por causa da saudade. Saudade do que ainda virá, da felicidade que ainda vou ter. E, talvez, seja essa saudade que me deixa de pé e que me faz amar mais ainda.

Postado por Valéria A. às 16:55 0 comentários    

Marcadores: pensamentos soltos

cartas eletrônicas

segunda-feira, 24 de maio de 2010

RE: ‏
From: ...
Sent: Friday, February 26, 2010 9:14:57 PM
To: Vaal
É. Eu também não consegui ficar longe de ti. Tentei de todas maneiras, mas não te achei no orkut, facebook, nem no lastfm. Talvez seja incapacidade minha talvez não. Mas quem liga, né? Eu só queria te encontrar de novo, ver seu sorriso na webcam, o jeito que você fica conversando. E acho que vai ser impossível deixar de gostar mesmo. Não sei o que é, nem sei explicar por quê. Mas você me dá muitas saudades. Saudades que eu não consigo conter, que falam pelos meus olhos. Nem ao menos precisam de minha língua. Você está tão dentro de mim que nem meu eu interior consegue te alcançar.

(L)


From: Vaal
To: ...
Subject:
Date: Wed, 24 Feb 2010 23:25:29

Já percebeu que sempre que a gente passa tempos sem se falar eu te mando um email desses?! Ia escrever uma carta, mas o que tenho pra dizer é meio desesperado que não daria pra esperar a boa vontade do correios. Na verdade, eu nem sei direito o que deveria dizer, só sei que tinha que te mandar isso, porque sinto sua falta, não sei se das conversas, das brigas, dos sorrisos na cam, não sei. acho que a falta é de você, de tudo que você representa, do que vem junto, do ruim e do bom, do que me faz gostar e desgostar logo em seguida. Sempre foi uma relação bipolar, acho que sempre será. É ruim? depende. depende de mim e de você. e foi só por isso que nunca deu certo. ou eu encrecava com isso ou você, na maioria das vezes. então, eu gosto muito de você e como já falei trocentas vezes, sempre vou gostar. sempre. nem importa se você nunca mais for falar comigo, ou se quando for falar, brigarmos mais uma vez. a gente não precisa parar de falar totalmente, as vezes dá vontade de dar um oi e eu nem sei cadê você. isso é o ruim de verdade. o total isolamento, o cair no esquecimento. então é isso, espero que esteja bem, que fique bem e que goste do meu sinal de vida. porque querendo ou não, sou sua amiga e você nem pode mudar isso.

beeeijos.


Postado por Valéria A. às 18:06 4 comentários    

Muito.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

O que ela quer é falar de amor. Fazer cafuné, comprar presente, reservar hotel pra viagem, olhar estrela sem ter o que dizer. Quer tomar vinho e olhar nos olhos. Ela quer poder soprar o que mora dentro, o que não cabe, que voa inocente e suicida. Ela quer o que não tem nome. Quer rir sem saber de quê, passar horas sem notar, quer o silêncio e a falação. Ela quer bobagem. Quer o que não serve pra nada. Quer o desejo, que é menos comportado que a vontade. Ela quer o imprevisto, a surpresa, o coração disparado, o medo de ser bom. Quer música, barulho de e-mail na caixa, telefone tocando. Ela tem muito e quer mais. Quer sempre. Quer se cobrir de eternidade, quer o oxigênio do risco pra ficar sempre menina. Ela quer tremer as pernas, beijo no ponto de ônibus e a milésima primeira vez. Quer cor e som, lembrança de ontem, sorriso no canto da boca. Ela quer dar bandeira. Quer a alegria besta de quem não tem juízo. O que ela quer é tão simples. Só que ela não é desse mundo.

Cristiana Guerra

Postado por Valéria A. às 12:05 5 comentários    

Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial
Assinar: Postagens (Atom)

Blog Design by Gisele Jaquenod