skip to main | skip to sidebar

leitores :)

They are not you.

They are not you.
Não ser ninguém, exceto você mesmo.

Arquivo do blog

  • ▼ 2013 (2)
    • ▼ junho (1)
      • Só queria dizer que apesar, apesar de tudo, a vida...
    • ► fevereiro (1)
  • ► 2012 (6)
    • ► novembro (1)
    • ► outubro (1)
    • ► setembro (1)
    • ► junho (2)
    • ► abril (1)
  • ► 2011 (10)
    • ► novembro (1)
    • ► maio (1)
    • ► abril (1)
    • ► março (7)
  • ► 2010 (8)
    • ► outubro (2)
    • ► maio (2)
    • ► abril (1)
    • ► março (2)
    • ► janeiro (1)
  • ► 2009 (16)
    • ► dezembro (1)
    • ► outubro (2)
    • ► setembro (1)
    • ► agosto (1)
    • ► julho (2)
    • ► junho (1)
    • ► maio (5)
    • ► abril (2)
    • ► janeiro (1)
  • ► 2008 (1)
    • ► novembro (1)

Fingindo ser o que eu já sou.

"Tudo que parece meio bobo é sempre muito bonito, porque não tem complicação. Coisa simples é lindo. E existe muito pouco..."

quinta-feira, 21 de junho de 2012

É assim, a gente sempre acha que o passado foi melhor. Não foi, gente. Não foi. O melhor vai ser agora, mas que preguicinha de começar. Que preguicinha de sair da minha zona de conforto que é dormir e dormir. Quem dorme demais quer fugir da realidade. Sim, eu fujo da realidade. A realidade me assusta e eu ainda sou criança e quero me esconder debaixo da cama, só que durmo. Tenho que parar de achar que não vou ser feliz como antes, porque vou. Até mais. Só porque eu quero. Só basta eu querer.

Postado por Valéria A. às 20:51 0 comentários    

Assisti o filme. Impactante. Logo depois quis ler o livro. Mas não consegui. É assim, acredito que cada livro tem o seu momento certo de ser lido. Já li livros maravilhosos que se hoje fosse lê-los novamente, não os acharia assim. Depende do momento. Parece até que é o livro que me escolhe e não o contrário. Parece que ele espera tal momento da minha vida chegar para poder ser lido e me ensinar algo. Está sendo assim com o livro do Saramago, Ensaio Sobre a Cegueira. Ando meio vazia e queria me encher de algo desesperadamente e acabei pegando um livro desconhecido pra ler, O Filho do Sol, que me segurou por muitas e muitas páginas. Voltei a ler agora a pouco, li um pouco, fui fazer um chá e lá estava o tio Saramago quase gritando para ser lido. É claro que vou terminar minha primeira leitura, que é ótima, só não é o momento dela ainda. Vou ler O Ensaio Sobre a Cegueira. Quero saber qual mensagem o Saramago quer me passar. E se for boa, ensino pra vocês.

Hoje fui escolhida. E não tem sensação melhor. :)

Postado por Valéria A. às 20:34 0 comentários    

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Meu bem, pare de achar que esse meu jeito torto de ser é sinal de que não gosto de você. Longe disso. Só por eu ter esse jeito torto, já é sinal do contrário. É que costumo não ter jeito nenhum e só agora encontrei alguém que me fizesse ter vontade de, ao menos, entortar meu jeito.

Postado por Valéria A. às 16:48 1 comentários    

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Não é que seja amor, é apenas a possibilidade de ser. Mesmo sendo só isso, ao lembrar de você meu coração sorri e se acalma. Aposto como ele está pensando: "Que seja amor, que seja bom, que me acelere". Porque corações também sonham, sempre querem estar ocupados batendo em função de alguém que não nós. Quando não estão, parece até que batem vazio, apenas por obrigação. É triste ver um coração vazio, bom mesmo é ter uma possibilidade de amor, mesmo que não saia apenas disso.

Postado por Valéria A. às 18:28 2 comentários    

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Um dia ela resolveu arriscar e colocou todos os seus sonhos numa caixinha e voou para bem longe. Deixou uns amores, umas dores e pensou em nunca mais voltar. Mas volta, não sabe quando nem porquê direito. Aliás, se voltar, deve ser porquê em cada lugar que passa deixa um pedaço de seu coração. Daqui a pouco seu coração nem vai lhe pertencer mais, de tantos pedaços que foram deixados por ai. Acho que ele serve para isso mesmo, ser dado as pessoas para elas cuidarem. Ai depois, esse pedaço de coração a chama de volta e ela sempre aparece para abraçar aqueles que cuidaram tão bem dele. Às vezes, ela não conseguee tirar seus sonhos da caixinha e se arrepende achando que não deveria tê-los guardado. Como ela se engana... Quando a gente voa para longe, os sonhos costumam não quererem nos acompanhar, ai só o que nos resta é criá-los novamente.

Postado por Valéria A. às 11:23 0 comentários    

Quase um contos de fadas

domingo, 3 de abril de 2011

De repente, quando já não esperava mais nada, lhe apresentaram um moço. Ele parecia um príncipe, só que príncipes não existem e ela logo desanimou. Sua vida andava meio atrapalhada, meio sem rum e ela nem prestou muita atenção nele. Dizem que príncipes só são nobres no título, que aqueles do conto de fadas não existem mais e era um desses que tanto sonhava. Então, ela e o tal moço que parecia um príncipe, se encontraram mais uma vez. A vida é assim, faz as pessoas se encontrarem ao acaso, uns chamam isso de destino, mas você pode chamar do que quiser. O encontro foi assim, na fila do supermercado, em pleno dia de promoção, isento de qualquer romantismo imaginado. Mas esse foi só a descrição do ambiente, o que importa mesmo é o que estava acontecendo dentro deles. O que era, eu não sei explicar, acho que nem eles. Disseram que foi um reconhecimento, que seus corações se reconheceram. Isso existe? Nunca ouvi falar de corações que se reconhecem, ainda mais em segunda vista. Mas se reconheceram, acredite se quiser. Dizem que o mundo em volta passa a não ter importância, mas eu não sei, nunca reconheci outro coração. Ela, sim, desceu até uma lágrima de seus olhos que nem tentou limpar, aquilo era a felicidade saindo dela. Agora me diz, quem teria coragem de limpar qualquer felicidade? Eu não tenho, tento até fazer com que ela dure o máximo possível. Mas, voltando a moça, ao príncipe, ao reconhecimento... Eles não sabiam o que fazer diante de tal situação. E não fizeram. Chegou a vez da moça no caixa, ela pagou, olhou pela última vez e foi embora pensando "Príncipes não existem, não existem..." O que ela não sabia é que príncipes existiam sim, mas ai o tal destino já tinha desistido dela.

Postado por Valéria A. às 18:37 2 comentários    

Parabéns.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Eu queria te dar parabéns. Mas eu não sei, aliás, não consigo. Não consigo demonstrar através de palavras o que eu desejo pra você, o que eu sinto. Só posso dizer que você me faz feliz, que te ver sorrir pra mim, me dá vontade de chorar até, porque é bonito, o sorrir, o que o gesto significa. Pra mim, todo dia é o seu dia. Porque não preciso de motivo pra dizer todos os sentimentos bonitos que tenho por você. É saber que um feliz aniversário soaria estranho vindo de mim, que apenas um 'felicidades, amor, paz' e tudo mais que se diz a um aniversariante, seria clichê demais para dar conta da dimensão das coisas que desejo para sua vida. Então, ao invés de só desejar, só querer isso hoje, eu prometo estar ao seu lado pra te ajudar a conquistar essa feliz que tanto sonhamos. E, sim, até tenho algo a te desejar, que você encontre ao longo de sua vida pessoas que te façam tão bem o quanto você me faz.


Postado por Valéria A. às 18:18 1 comentários    

Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial
Assinar: Postagens (Atom)

Blog Design by Gisele Jaquenod